Posted by: guyveloso | 27 de April de 2011

Para Cauê Alves (MAM-SP), “Belém é um polo produtor de fotografia no Brasil e no mundo”

Curador destaca riqueza das obras de artistas visuais de Belém

Em visita a Belém para conhecer parte da cena artística da cidade numa pesquisa pelo Panorama da Arte Brasileira do MAM (Museu de Arte Moderna de São Paulo), o curador Cauê Alves, do Clube de Colecionadores de Gravura do Museu, visitou no mês de abril alguns espaços dedicados à exposição, divulgação e comercialização de obras de artes visuais como a Kamara Kó Galeria.

Entre premiados artistas visuais e novos expoentes da fotografia contemporânea paraense que têm obras agenciadas pela Kamara Kó estão Alberto Bitar, Alexandre Sequeira, Anita Lima, Bob Menezes, Cláudia Leão, Danielle Fonseca, Guy Veloso, Ionaldo Rodrigues, Mariano Klautau Filho, Miguel Chikaoka, Pedro Cunha e Tamara Saré.

Cauê Alves conhece os trabalhos de Alberto Bitar e Mariano Klautau, que possuem obras no MAM-SP; de Alexandre Sequeira, por meio de exposição em São Paulo; e Guy Veloso, em visita à Bienal de Arte de SP de 2010, da qual o fotógrafo paraense participou com a obra ‘Sem título’, da série ‘Penitentes’.’Também conheci o Miguel (Chikaoka) em São Paulo na ocasião da exposição dele, ‘H2Olhos’, quando fiz a curadoria de ‘Quase Líquido’, que foram exposições simultâneas no Itaú Cultural. Conheci também o Ionaldo Rodrigues no FotoAtiva, mas só vi seu trabalho na Kamara Kó’, conta o curador.

Para Cauê, foi uma relevante iniciativa a criação da Kamara Kó (kamarakogaleria.com), estabelecida como galeria no início do mês de abril. O próximo passo é estabelecer um mercado de arte em Belém. ‘Gostei muito do que vi, mas é fundamental que a Galeria ganhe mais visibilidade. Acho fundamental a criação de um mercado local para a fotografia, assim como acho importante que este seja um espaço de exibição e circulação da arte brasileira. É um caminho difícil criar um público comprador para arte, mas isso irá ajudar na profissionalização do meio’, comenta.

Na opinião de Cauê Alves, Belém é um polo produtor de fotografia no Brasil e no mundo. ‘Para entender a fotografia contemporânea, é fundamental conhecer o que se passa nessa cidade, assinala. O curador ressalta que para o negócio arte se consolidar é preciso desenvolver um trabalho de formiguinha, a longo prazo. ‘Para isso, acho importante estabelecer convênios e parcerias com outras galerias fora de Belém para prover uma circulação de trabalhos de arte dos artistas de Belém para fora e vice-versa. Em geral, acontecem em galerias bate-papos com artistas, alguns seminários e uma circulação enorme e veloz da produção artística’, relata. http://www.orm.com.br/2009/noticias/default.asp?id_noticia=529064&id_modulo=24


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