Posted by: guyveloso | 16 16UTC January 16UTC 2012

Sua Santidade o 14o Dalai Lama

Guy Veloso Sua Santidade, o 14o Dalai Lama, Guy Veloso

Tive a honra de fotografar Sua Santiadade, o 14o Dalai Lama em 2001. Para saber toda a história: http://www.fotografiadocumental.com.br/site/?p=354.

 

Posted by: guyveloso | 8 08UTC January 08UTC 2012

Festa de Iemanjá, Belém-Pará (Amazônia), 2008.

Festa de Iemanjá, Belém-Pará, 2008

Filme em cromo. 08 de dezembro de 2008.

Projeto Amazônia Mítica: http://www.fotografiadocumental.com.br/site/?p=274

Por Tyara de La-Rocque.

Revista Photo Magazine, no. 41, dezembro de 2011. 

De imagens que trazem um viés mais tradicional e antigo, passando pelo ecletismo, requinte e ensaios de caráter documental até chegar às referências do cinema e pintura. A linha de partida pode ser diferente, mas no fim do passeio, no ponto de chegada, todos se encontram com o mesmo objetivo: a fotografia como obra de arte. Nesse clima de diálogo entre as variadas linguagens artísticas é que o Clube de Colecionadores de Fotografia integra, este ano, mais cinco novos artistas ao acervo fotográfico do Museu de Arte de Moderna de São Paulo (MAM-SP). Flávio Damm, Guy Veloso, Sofia Borges, Claudio Edinger e Araquém Alcântara, a partir de agora, terão um pedacinho dos seus olhares perpetuados no acervo do MAM.

Penitentes. Coleção MAM-SP. Guy Veloso

A fotografia brasileira vive um bom momento, ganhou impulso com o processo de redemocratização do país e, hoje, não tem mais tanta preocupação com a investigação da identidade e caráter nacional. Eder Chiodetto, curador do Clube de Colecionadores de Fotografia do MAM, fala que as questões subjetivas e universais estão muito mais presentes no universo fotográfico nos dias atuais. E complementa: “A fotografia está se descolando da ideia de ser uma certificação da existência das coisas e passa a ser cada vez mais uma linguagem que tende ao ficcional”.

Segundo Chiodetto, a chegada das novas mídias e tecnologias somou bastante para a ampliação dos conceitos sobre fazer fotografia, além do aperfeiçoamento das câmeras. Hoje, o Brasil tem uma fotografia reconhecida mundialmente como de primeira linha, com várias frentes de pesquisa, tanto no campo documental como experimental.

Para a seleção das novas obras que integrarão o acervo do MAM, o critério de escolha da curadoria do museu segue as linhas de força da fotografia brasileira, com cinco canais de pesquisa, que, de acordo com Chiodetto, são: documentos da ficção, retrato/autorretrato, fotografia, metalinguagem, limite, identidade nacional e vanguarda histórica. “Pesquisamos artistas que estão despontando com trabalhos sólidos, apostamos em novos talentos, assim como também procuramos ter no acervo profissionais de meio de carreira e nomes do passado que muitas vezes ainda não foram devidamente contemplados com obras em museus importantes”, comenta.

Flávio Damm, por exemplo, está dentro da linha de pesquisa da Vanguarda Histórica, por conta da bela obra Rosila, de 1966, feita na Bahia, na zona do meretrício. A foto teve suas primeiras aparições na lendária revista O Cruzeiro. “Sempre trabalhei em preto e branco sem praticar luz artificial e nunca fiz fotos posadas. Sinto-me orgulhoso por ter sido chamado para fazer parte de uma entidade da importância do MAM/SP”, diz Flávio.

Araquém Alcântara possui um trabalho mais requintado e ainda não devidamente reconhecido pelo circuito cultural, na opinião de Eder Chiodetto. Trancoso, Bahia, de 1999, é a obra de Araquém escolhida para fazer parte do museu. A imagem mostra uma árvore balançando ao vento na área chamada de Quadrado, em Trancoso, sul da Bahia. “Minhas fotos fazem parte de vários acervos no Brasil e no exterior, mas ter uma obra no acervo do MAM-SP reveste-se de duplo significado: é uma das principais instituições do país e sempre privilegiou a fotografia como linguagem plástica contemporânea”, pontua Araquém.

Posted by: guyveloso | 2 02UTC December 02UTC 2011

2009 – Curadoria Expo. Belém Histórica

Belém Histórica. Fotoativa. Marco Serrão.Belém Histórica. Fotoativa

Foto: Marcos Serrão.
Texto e curadoria: Guy Veloso
Fotoativa, 2009.

 

Aqui não é Paris!

Em duas manhãs ensolaradas de dezembro de 2008, o historiador Michel Pinho e a arquiteta Cybelle Miranda fizeram visitas-guiadas pelo centro histórico de Belém. Compareceram a este chamado pessoas de todas as idades, tanto fotógrafos amadores quanto profissionais. A idéia foi simples: juntar os dois estudiosos, 78 interessados, máquinas fotográficas de todos os tipos (de modelos digitais recém lançados à câmeras artesanais) e uma cidade com muito para contar. Desta combinação idealizada pela Associação Fotoativa, mais de cinco mil fotos com o tema “Patrimônio Histórico” foram captadas, formando um belo e importante acervo.

Uma parte bem resumida deste labor está agora nas paredes centenárias do Casarão da Fotoativa. Eu tive o dificílimo trabalho de selecionar os 30 talentosos artistas da mostra – grande parte deles, nunca participou de uma exposição formal. 30 sentidos. 30 razões. 30 cidades.

Tem a Belém que é vendida cada vez que um prédio histórico é posto a baixo ou um mero azulejo português saqueado de sua fachada. Tem aquela que se mantém em pé resistindo à natureza equatorial graças à boa sorte ou sei lá o que. E, é claro, tem os momentos de inspirada preservação do patrimônio.

Qual destas é a verdadeira Belém? Idealizada? Mítica? Monumental? Decadente? Lusitana? Francesa? Brejeira? Claustrofóbica? Engessada na clave do “já teve”? Todas elas, eu diria. Escolha a sua.

Guy Veloso – Curador da exposição

Posted by: guyveloso | 25 25UTC November 25UTC 2011

Círio de Nazaré, Belém-Pará (Amazônia).

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Analógico. Filmes de cromo (slides) Provia 400 e Ektachrome 100.
Mais Círio, clique aqui.

Posted by: guyveloso | 20 20UTC November 20UTC 2011

20.11 – Homenagem ao Dia da Consciência Negra

Festa de Iemanjá. Outeiro, Belém-PA. Guy Veloso. 2008.

Festa de Iemanjá. Outeiro, Belém-PA. Filme (slide). 2008.

Posted by: guyveloso | 16 16UTC November 16UTC 2011

AMARVALEAPENA

Achava o máximo, artístico, suuuuuper espiritual e “engajado” ter no carro o adesivo GENTILEZAGERAGENTILEZA de uns (minguados) 5x20cm, até ver hoje em Belém um outro (juro!) ocupando 20cmx1,5m do vidro traseiro escrito AMARVALEAPENA.

Ganhei o dia!

Posted by: guyveloso | 10 10UTC November 10UTC 2011

Que viagem errada, USP! (por Guy Veloso)

Vou puxar um papo. Acender uma idéia, baseado em fatos recentes na USP: sei que mais da metade dos alunos não têm dinheiro para ir a Amsterdã este ano nas férias. Sei que o Governador catou o Reitor bolado para vocês. E que o Campus virou-desvirou uma cortina de fumaça (e fumacinha). Pô, mas fazer aquela onda toda? A parada não está mais pra chocolate. Que viagem errada! Vamo pegar leve a coisa. Apertem esta idéia na paz.

(c) Guy Veloso

Posted by: guyveloso | 19 19UTC October 19UTC 2011

PDF da Revista Photo Magazine (baixe aqui)

Photo Mag PDF – clique e baixe.

PENITENTES na Bienal de São Paulo de 2010
Fotos: Guy Veloso
Texto: Dominik Giusti
Mini-texto: Bola Teixeira

Penitentes.Juazeiro-Bahia, 2005. Múltipla exposição não intencional de um fotograma. Diapositivo. Group of Penintens. Double unintentional exposure of one frame. Chrome.

Guy Veloso. XXIX Bienal de SP - 2010. Grupo de Penitentes reza em um cruzeiro pelas almas do Purgatório. Juazeiro-Bahia, 2005. Múltipla exposição não intencional de um fotograma. Diapositivo. Group of Penintens praying in a cruise for the souls of the Purgatory. Juazeiro-Bahia, 2005. Double unintentional exposure of one frame. Chrome.

Posted by: guyveloso | 13 13UTC October 13UTC 2011

Festival Manaus Bem na Foto

O Festival “Manaus Bem na Foto” traz o premiado fotógrafo paraense Guy Veloso, que recentemente representou o Norte do país na 29ª Bienal Internacional de Artes de São Paulo.

Sua exposição “Entre a Fé e a Febre: Retratos” revela em 18 fotografias em preto e branco manifestações religiosas ímpares no interior profundo do Brasil, ritos que mesmo em um mundo “globalizado” são desconhecidos do grande público, em muitos casos, até das pessoas que vivem nas cidades onde ocorrem.

A captação das imagens, iniciada em 1998, foi feita exclusivamente com câmeras analógicas – algo raríssimo hoje em dia – e durou sete anos. Contou com um complexo estudo prévio, exaustivas negociações com grupos religiosos fechados ou mesmo secretos e visitas sistemáticas a oito Estados do Norte, Nordeste e Centro-oeste em épocas específicas de festas, procissões e romarias.

Guy Veloso, 41 anos, é um fotógrafo reconhecido por seu trabalho com a religiosidade popular brasileira. De formação acadêmica em Direito, é fotógrafo independente desde 1988 com diversas publicações nacionais e internacionais. Em 1999 lançou o livro “Via Láctea”, já na 6ª edição. Participou em 2011 da importante mostra “Geração 00 – A Nova Fotografia Brasileira” curada por Eder Chiodetto. Possui obras nas coleções Joaquim Paiva, Museu de Arte Moderna-RJ, Pirelli/MASP e Museu de Arte Moderna-SP.

A força estética de Guy Veloso transporta o leitor para além da própria dimensão. Sua fotografia habita um universo incógnito: o mágico, o sagrado, é facilmente impressa na lembrança e lá continuará pulsando ainda por muito tempo. Para o curador Rubens Fernandes Jr., “as imagens surpreendem pelo non sense, pelo surreal, pela completa dissonância entre o mundo real e o outro mundo”.

“Entre a Fé e a Febre: Retratos” iniciou o seu ciclo expositivo em 2005, no Teatro Nacional de Brasília, passou pelo Museu de Arte Contemporânea de Santiago-Chile, esteve na fábrica das câmeras Leica em Solms-Alemanha (não por coincidência, a mesma marca que Guy Veloso usa), rodou por diversos Festivais de fotografia da América do Sul até chegar em Manaus.

Photovivência, diálogo com o fotógrafo Guy Veloso (PA)
Local: Saraiva MegaStore – Manauara Shopping -19h
Data: 15 de outubro de 2011

Exposição “Entre a Fé e a Febre”
de 14 a 24 de outubro de 2011
Centro Cultural Palácio da Justiça

Alexandre Fonseca – Coordenador do MBF – Festival de Fotografia

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