“Tem densidade estética e uma proposição poética arrebatadora” – Rubens Fernandes Junior, curador e pesquisador


Guy Veloso Penitents documentaryphotography selfflagellation

DADOS SOBRE A OBRA

224 páginas com 97 fotografias e 3 textos. Impresso na gráfica Ipsis. 24x30cm. Editora Tempo dImagem. Curadoria Rosely Nakagawa. Autografado.

VALOR DE CAPA:  R$160,oo (sem frete)

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Frete gratuito para todo o país por “registo módico” dos Correios. Prazo máximo de recebimento: 20 dias úteis.


“Poucos projetos têm essa extensão no Brasil e raros fotógrafos se aventuram em profundidade. Daí a importância deste documentário não somente para o meio fotográfico, como também para a Antropologia e a Etnografia” – Juan Esteves, revista Fotografe Melhor, março de 2020


Valor ainda mais reduzido para professores e profissionais na linha de frente contra o Covid-19:

R$135,oo (compre no link abaixo):

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“Uma obra de fôlego. (…) Outras tantas camadas se abrem aos meus olhos sabendo agora que o seu mapeamento religa a prática dos penitentes em todo o território nacional – Angela Magalhães, curadora e pesquisadora especializada em fotografia


MAIS SOBRE O LIVRO:

Críticas

Entrevista ZUM

Revista ARTEBrasileiros

Matéria Revista Continente

Revista Fotografe Melhor

Revista Continente (podcast)

09 Penitentes Guy Veloso documentary photography

© Guy Veloso. Ritual de autoflagelação, Pilão Arcado-BA, 2019. Projeto “Penitentes: dos ritos de sangue à fascinação do fim do mundo” (2002-2019) / Self-flagellation ritual, Bahia-Brazil. Penitents Project (2002-2019).

Posted by: guyveloso | 22 de August de 2017

Guy Veloso. Fotografia / Brazilian documentary photographer

(c) Guy Veloso. Rio de Janeiro, março 2017. www.guyveloso.com

Guy Veloso. Rio de janeiro-RJ, 2017. 

. Contato/contact: equipeguyveloso@gmail.com

Críticas / critics

Bio [port/eng]

Matérias, entrevistas, artigos / links, articles, interviews 

. Pdf livro “Penitentes” /  new book “Penitents”.

. Entrevista com o curador Eder Chiodetto para o MAM-Museu de Arte Moderna de São Paulo

. Investindo em fotografias numeradas

. Instagram

Posted by: guyveloso | 17 de August de 2015

Críticas/Critics

Série Penitentes (29a Bienal de SP). Guy Veloso

Guy Veloso. Série “Penitentes” (2002-2019), Ritual de autoflagelação, Juazeiro-Bahia, 2014. Digital / Self-flagellation ritual, Bahia-Brazil, 2014.

CRÍTICAS/critics  (ENGLISH below ):

Já não é o corpo tomado, mas o próprio corpus de imagens que se transfigura em olhar. Daí, a experiência da arte de Veloso ser o encontro com um corpus em êxtase – Paulo Herkenhoff. Texto do catálogo da mostra Pororoca, MAR-Museu de Arte do Rio, 2014.

Fica transparente esta relação ambígua entre o que é devoção e o que é violência – Moacir Dos Anjos, curador, programa Artes Visuais Brasil, SESC TV, 2011.

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Guy Veloso. Série “Penitentes”. Ritual de autoflagelação, zona rural de Juazeiro-Bahia, 2014. Digital.

A obra de Guy Veloso prima pelo trabalho com a luz. (…) Suas fotografias exploram gestos e feições limítrofes, muito próximas do esgotamento físico, da dor, do delírio e da paixão – Paulo Miyada, curador, catálogo Penitentes.

Este ano Arte Pará homenageia o artista Guy Veloso com sua obra dedicada aos encontros da fé. Sua câmera é tenaz na busca por imagens da rica diversidade religiosa brasileira das diferenças e as convergências. Um tempo de insidiosa intolerância das doutrinas fundamentalistas no Brasil e no mundo, Guy Veloso aposta na arte como lugar como lugar de diálogo e de entendimento para a construção do respeito devido por todos a cada um. Nessa compreenção podem estar soluções para a humanidade” – Paulo Herkenhoff, texto curatorial, Arte Pará 2014 (artista homenageado).

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Guy Veloso. Série “Penitentes”. Ouro Preto-MG, 2010. Diapositivo.

É impossível não intuir o cheiro da poeira e da terra pisadas pela multidão, o clamor de benditos e ladainhas elevando-se das imagens dramáticas e sofridas. (…) É o retrato granulado de uma redenção que não se consuma, de um Purgatório que continua ardendo, de um fim dos tempos que não se acaba – José de Souza Martins, sociólogo, Zum – Revista de Fotografia, Instituto Moreira Salles, 2012. Leia texto na íntegra.

As fotografias de Guy Veloso situam-se nesse universo no qual se interpõe invisíveis imagens e a estética por ele proposta se faz reconhecer – Marisa Mokarzel, curadora. Leia texto na íntegra.

 Guy Veloso apresenta as suas fotografias de fé. Não uma fé dogmática ou sistemática, mas a que transparece em imagens surreais e fascinam pelo desconforto que nos causam – Simonetta Persichetti, O Estado de São Paulo, 20.09.2010.

Transladação, procissão noturna na véspera do Círio de Nazaré, Belém-Pará. Diapositivo (analógico).

Guy Veloso. Série “Êxtase”. Trasladação do Círio de Nazaré, Belém-PA, 2010. Slide.

Guy Veloso faz o trânsito entre fotografia documental clássica e ‘documental imaginário’. É uma nova força da fotografia documental brasileira que começa a despontar para o mundo – Eder Chiodetto, curador e fotógrafo, Revista Photo Magazine, no.41, 2012.

As imagens de Guy Veloso surpreendem pelo non sense, pelo surreal, pela completa dissonância entre o mundo real e o outro mundo – Rubens Fernandes Júnior, curador.

 Interessante um certo desconforto, um certo estranhamento que  provocam – Paulo Máttar, artista plástico e curador.

As imagens de Guy Veloso captam um momento no tempo em que a fé, a consciência e o corpo se tornam um através de rituais. A documentação fotográfica dos rituais interrompe nossa realidade urbana contemporânea, convocando outra realidade mais antiga para a ação no final do mundo. Ao experimentar a realidade de Veloso nos tornamos penitentes, embora de diferentes hemisférios – Maruca Salazar, curador, Museo de las Americas, Denver-CO, EUA, 2017.

Veloso nos conduz por um país estranho, fascinante e sensual – Orlando Maneschy, fotógrafo e pesquisador.

Guy Veloso fotografia documental documentary photography

Guy Veloso. Ano-novo, Florianópolis, 2010. Cromo.

A fotografia de Guy Veloso nasce de sua discrição em infiltrar-se e cultivar intimidades – Catálogo da 29ª Bienal de São Paulo/2010. Leia texto na íntegra.

Penitentes de Guy Veloso reúne imagens com uma força que transcende a fotografia – Revista ARTE!Brasileiros, no. 07, Guia da Bienal (destaques), 2010.

A obra de Guy Veloso prima pelo trabalho com a luz. Com cores saturadas e vibrantes, suas fotografias resistem a entregar-se ao gozo pleno dos jogos cromáticos, fazendo com que sua paleta de cores acobreadas se revele através de uma densa sombra. Tal negrume, que empresta uma aura noturna mesmo para imagens captadas sob o sol do meio-dia, encobriria por inteiro seus cromos, não fosse pelo jogo de fontes de luz e pelos anteparos que a refletem e matizam sua coloração. É significativo, portanto, que esses anteparos sejam, no mais das vezes, corpos engajados em ritos de crença que são, eles mesmos, atos de busca por alguma espécie de iluminação (…)  – Paulo Miyada, curador, texto da mostra “É preciso confrontar as imagens vagas com os gestos claros”, Oficina Cultural Oswald de Andrade, São Paulo-SP, setembro de 2012). Leia  na íntegra.

Fotografia documental documentary photography Latin American

Guy Veloso. Autoflagelação. Penitentes. Tomar do Geru-Sergipe, 2007. Digital.

A fotografia de Guy Veloso desdobra-se em ângulos de captura da cena de exercício da fé. O conjunto transita entre a interioriridade do ser, o êxtase e o corpo em estado de  sublimação. Se é possível rezar sem entender as palavras (Derrida), em Veloso o espectador, não importa sua religião, comunga dos momentos de encontro com o sagrado. Contra as primazias e fundamentalismos religiosos, o artista aponta para a etimologia da palavra religião e a ideia de “religar” os homens acima de seus conflitos – Paulo Herkenhoff, catálogo 31º Arte Pará/2012 (artista convidado).

As cenas existem, mas a imagem, a estética é própria de Guy Veloso que potencializa o real lançando-o no limite do medo – Marisa Mokarzel, curadora.

É neste universo múltiplo e complexo que Guy lança um olhar que vai além das características de cada religião presentes na vida cotidiana dos brasileiros – Joana Mazza, curadora.

Fotografia documental documentary photography

Guy Veloso. Ritual de Candomblé, Belém-PA, 2010. Slide.

No Vale do Amanhecer, fiéis se vestem como reis e rainhas. Guy Veloso extrai dessa devoção alegórica um preto e branco faiscante, luz que estoura os limites da fotografia e parece descascar a película até o pó de prata. Veloso registrou homens e mulheres de um dos templos da doutrina. Olhos abertos formam um contraponto entre a crueza da fotografia e a teatralidade barroca da comunidade religiosa. São olhares em êxtase que ultrapassam os limites desse claro-escuro, numa vertigem quase colorida – Silas Martí, Sobre a 18ª edição da Coleção Pirelli-MASP, Jornal Folha de São Paulo, 2010.

Fotografia documental documentary photography

Guy Veloso. Ritual de Candomblé, Belém-PA, 2011. Digital.

As fotos (de Guy Veloso) são documentos sem serem documentais. São arte fotográfica de expressão pessoal e independem do episódio. Revelação sensível e visível do imaginário universal. O êxtase da devoção tornado contemplação estética da imagem – João de Jesus Paes Loureiro, poeta, 2017.

O primeiro passo para fotografar um tema complexo como o das seitas religiosas é não ter seus dogmas e crenças próprias como um parâmetro para julgar a fé alheia. Só assim o fotógrafo estará apto a perceber as sutilezas ocultas nas diversas camadas simbólicas de uma crença. Guy Veloso se manteve nessa busca por mais de uma década até seus registros romperem com o padrão clássico do documentarismo para mergulhar numa estética renovada, na qual ele nos coloca em contato com uma nova ordem de dimensões. As imagens se tornam, assim, orgânicas. É como se não estivéssemos mais vendo fotografias ‘sobre’ algo mas a coisa em si. Por vezes é necessário experimentar, expandir a linguagem, romper com os manuais, para que o realismo irrompa com maior contundência – Eder Chiodetto, curador e fotógrafo, livro “Geração 00 – A Nova Fotografia Brasileira”, 2013.

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Guy Veloso. Série “Penitentes”. Juazeiro-Bahia, 2014. Digital.

Expoente do movimento testemunhal do Brasil, a obra de Guy Veloso resgata boa parte daquelas questões que fazem a identidade dos povos da América Latina. Na Argentina começou a ser conhecido por sua inclusão mostra “Imagens deste lado do Mundo” para a Red Cultural del Mercosul em 2007. Guy se integra a nova geração de autores testemunhais brasileiros seduzidos pela idéia de levar adiante um registro subjetivo e comprometido com um dos aspectos mais relevantes da cultura brasileira e, por extensão, a latino-americana, que se refere às práticas religiosas populares. Isto o conduziu a ser reconhecido em seu país e no exterior, com uma obra sólida, reveladora e com grandes valores estéticos – Revista Fotomundo, Argentina, 2008.

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Guy Veloso. Penitentes, Nossa Senhora das Dores-SE, 2002. Slide.

O fotógrafo parece ser parte da situação, sem lançar um olhar estrangeiro sobre ela. Cores, contrastes e pontos desfocados evidenciam o aspecto imaginário da festa (Candomblé) – Jornal O Globo, 23.07.2012.

Mostra o candomblé com representações orgânicas, instáveis e cheias de movimento, como quem observa de dentro do acontecimento – Eder Chiodetto, curador, Jornal O Globo, 23.07.2012.

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Guy Veloso. Festival de Exu, Umbanda, Belém-PA, 2011. Slide.

Qual a fronteira entre a fotografia documental e a artística? Com Robert Capa, já não se podia traçar a linha, e com Guy Veloso também não é simples. No entanto, recentemente, o trabalho do paraense foi vetado por um importante site por supostamente não se tratar de arte. Seu apuro formal, as cores febris e o enquadramento dramático realçam a expressão, mais do que a informação, mas nem por isso convenceu a todos os críticos. Podemos inferir que tal rejeição se deva ao fato de Guy Veloso aparentemente aderir à religiosidade que retrata, em vez de analisá-la com olhar crítico. O transe fotográfico de Veloso concilia-se com o transe religioso, levantando uma questão que não é apenas teológica. A arte deve nos convidar a um estado de enlevo, como o frenesi do fiéis, ou a um olhar reflexivo, de uma distância estratégica? Ou, talvez, ambos, simultaneamente? – Rafael Campos Rocha, Revista DAS ARTES, Ed. Outubro de 2010.

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Guy Veloso. Vale do Amanhecer, Planaltina-DF, 2014. Digital.

Em Veloso, vemos como, através do corpo, instaura-se a presença de vibrações intensivas intempostíveis, a partir da devoção e da crença religiosa – Isabel Diegues, no livro Outras Fotografias na Arte Brasileira Séc. XXI, editora Cobogó, 2015.

O transe, o movimento do corpo, a movimentação do grupo de onde a cena emerge e, rapidamente imerge, o ato social. Tudo é motivo de atenta investigação que ultrapassa o mero documentar – Armando Queiroz, curador-assistente do 33º Arte Pará (sobre mostra “Entre dois mundos: Pierre Fatumbi Verger e Guy Veloso”). Leia texto na íntegra.

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Guy Veloso. Penitentes, Juazeiro-Bahia, 2015. Digital.

Fotografar temas complexos, como o das seitas religiosas, implica não fazer juízo de valor. Só assim o fotógrafo pode perceber as sutilezas oculta nos simbolismos de uma crença. Guy Veloso rompe o padrão clássico do documentarismo para representar o transe da fé. A experimentação leva o artista a buscar sintonia com seu referente. Ao expandir a linguagem, arriscar-se em seus limites e romper os manuais, realismo e imaginário parecem encontrar um ponto de equilíbrio da representação – Eder Chiodetto, curador, exposição Documental Imaginário, Oi Futuro, Rio de Janeiro-RJ, 2012.

(Penitentes) Ao longo do período de documentação, o fotógrafo ganhou a confiança dos adeptos, conseguindo registrar cem grupos em momentos de profunda introspecção dos devotos, em condições de luz escassa que pouco iluminam suas práticas madrugadas adentro – Rosely Nakagawa, curadora especializada em fotografia, Revista Brasileiros, 2010.

Fotografia documental documentary photography

Guy Veloso. Festa de Exu. Ritual de Tambor de Mina, Belém-PA, 2013. Digital.

Dentre eles, o que flerta mais assumidamente com uma fotografia identificada com os valores modernos é, sem dúvida, o Teatro do Tempo, de Guy Veloso, mas ainda assim insere pequenos ruídos que fogem desse molde, quando foca num detalhe isolado ou percebe o lugar como um espaço de encenação do tempo, sugerido pelo título – Mariano Klautau Filho, curador, Catálogo do Prêmio Diário Contemporâneo.

O fotógrafo parece ser parte da situação, sem lançar um olhar estrangeiro sobre ela. Cores, contrastes e pontos desfocados evidenciam o aspecto imaginário da festa – Audrey Furlaneto, jornal O Globo (sobre fotos de Candomblé na exposição Documental Imaginário, Oi Futuro, Rio de Janeiro-RJ), 23.07.2012.

Exu. Tambor de Mina, Belém-PA (Amazônia), Brasil. Foto (c) Guy

Guy Veloso.Tambor de Mina, Belém-PA, 2015.

“Não são obras sobre o transe, mas obras-transes” – Matilde dos Santos, curadora. Texto completo (port/fr).

“Guy Veloso fotografa sem recursos de aproximação ou otimização, e reserva às possibilidades do corpo a maior condicionante daquilo que deseja obter na imagem. Eventos religiosos e espirituais, como o Círio de Nazaré, no Pará, e a festa da Nossa Senhora da Boa Morte, na Bahia, já renderam extensas séries” – UOL Entretenimento, 29a Bienal de SP, 2010.

“Penitentes por Guy Veloso reúne imagens com tal força que transcende a imagem” – revista ARTE Brasileiros!. De julho de 2010.

 ENGLISH —

“It’s obvious the ambiguous relation between devotion and violence” – Moacir dos Anjos, curator, Visual Art Brasil Program, 29ª Especial Biennale of Sao Paulo, 2nd part, SESC TV, 2011.

“Guy Veloso shows his photos of faith. Not a systematic or dogmatic faith, but those ones who transpire in surreal images and fascinate us by the anxiety” – Simonetta Persichetti, O Estado de São Paulo. Sep. 20th 2010.

Exu. Belém-PA (Amazônia), Brasil. Foto Guy Veloso / www.guyvelos

Exu. Foto Guy Veloso. Belém-PA, 2011. Slide.

“Guy Veloso’s images capture a moment in time where faith, consciousness, and cuerpo become one through rituals. The photographic documentation of the rituals disrupts our contemporary urban reality, summoning another more ancient reality to action at the world’s end. As we experience Veloso’s reality, we become penitents ourselves albeit from different hemispheres” – Maruca Salazar, curator, Museo de las Americas, Denver-CO, 2017.

In Veloso, we see how, thought the body, the presence of imperceptible intense vibrations based on devotion and religious belief is established – Isabel Dieges, curator, book Other Photographies in Brazilian Art 21st Century

“His photographs stand to indulge to the full enjoyment of the chromatic game, making his coppery color palette proves through a dense shadow. Such darkness, which offers a nocturnal aura, even for images captured under the blazing sun of noon, would cover up the whole colors, not for the sources of light and shields that reflect and tint its coloring” –Numinous Gestures, Paulo Miyada, curador (text).

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Guy Veloso. Yao de Ewá, Candomblé (african-american ritual), Ananindeua-PA (Amazon), Brazil, 2015. Digital.

“Guy Veloso photos invite to a fallacious experience. The call always seems to matter, but the speech itself is always the color as the virtual tone” – Paulo Herkenhoff, curator and art Critic.

“Guy Veloso journeys between classical documentary photography and ‘imaginary documentation’. It is a new force of Brazilian documentary photography that begins to emerge into the world” – Eder Chiodetto, curator, Photo Magazine, 42, 2012.

“Guy Veloso’s photography was born of his discretion in infiltrating and cultivate intimacy. He use modest equipment, with no optimization or approximation resources of what his naked eye can capture; reserves to the possibilities of the body, its meetings, attachments, errors and wanderings, the biggest determinant of what aims to establish over the image form. In return, the artist wins naturalness and spontaneity from the people, and creates a map that alternates documentary rawness, ambiguity and fantasy (…). The images associate moments of sacrifice and pain of the people in times of worship and entertainment. As a photographer in practice, they open and demystify these hidden ideas and give in return to the public of the Biennial reflection and responsibility for any kind of stigma” – Catalogue of 29th Biennale of São Paulo.

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Guy Veloso. Série “Penitentes”, Salvador-Bahia, 2004.Slide.

“What is the border between documentary photography and art? With Robert Capa, one could no longer draw the line, and Guy Veloso is not that simple. However, recently, Guy’s work was prohibited by an important website for allegedly not being art. Its formal precision, febrile colors and dramatic framing enhance the expression, more than information, but not so convinced all critics. We can infer that such rejection is due to the fact that apparently Guy Veloso to join the portrayed religion, instead of analyzing it with a critical eye. Veloso’s photographic trance reconciles himself with the religious trance, raising a question that is not just theological. Art should invite us to a state of rapture, as the frenzy of the people, or to a reflective look of a strategic distance? Or perhaps both simultaneously?” – Rafael Campos Rocha, DAS ARTES Magazine, Ed. October, 2010.

“Penitentes by Guy Veloso gathers images with such strength that transcends the picture” – ARTE!Brasileiros magazine. July, 2010.

“The first step to shoot a multifaceted subject, like that of religious sects, is not to have their own dogmas and beliefs as a parameter to judge a person’s faith. This is the only the photographer will be able to understand the subtleties hidden in several symbolic layers of a belief. Guy Veloso remained in this quest for over a decade until his work break the classical pattern of documentaries to dive in a renewed aesthetic, in which he puts us in touch with a new range of dimensions. The images thus become organic. It is like we were not seeing photos anymore ‘about’ something but the thing itself. It is sometimes necessary to experiment, expand the language, breaking with the manuals, so that the realism erupt with greater forcefulness” – Eder Chiodetto, curator, the text for the exhibition “Generation 00” , Belenzinho SESC , Sao Paulo -SP , 2011.

“Guy Veloso’s images surprised by nonsense, by surreal, by the complete dissonance between the real world and the other world” – Rubens Fernandes Junior, curator.

“Kind uncomforting and interesting estrangement, certain strangeness it causes” – Paulo Máttar, artist and curator.

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Guy Veloso. Série “Iemanjá”. Belém-PA, 2014. Slide.

“There is an ambiguity of meaning in the representation of the masked men when compared to the violent Ku Klux Klan, to the emblematic chador of Muslim women and the contemporary kidnappers that evoke the atmosphere of insecurity so present in the globalized world” – Angela Magalhães and Nadja Peregrino, curators.

“Veloso leaded us to a different, fascinating and corporeal world” – Orlando Maneschy, photographer and researcher.

“There are the scenes, but the image, the aesthetic is Guy Veloso himself that leverages the real gathering to the edge of fear” – Marisa Mokarzel, curator.

“Opposed to Mephistopheles, Goethe’s erudite demon, Guy Veloso dresses as archangel. Body is not enough for him, he wants to capture and reveal the penitents’ soul. For a good purpose. Even for an atheist like me, it is not difficult to identify souls that hover in each picture. Souls in color, souls in black and white. Guy Veloso is also a conjurer in reverse: in constant process, he creates and recreates realities of unrealities” – Carcara Photo Art 07, 2016. 

Exu. Belém-PA (Amazônia), Brasil. Foto Guy Veloso / www.guyvelos

Foto Guy Veloso. Umbanda, Belém-PA, 2011. Slide.

“This is the multiple and complex universe that Guy takes a look beyond the characteristics of each religion to the Brazilians daily lives” – Joana Mazza, curator.

“Guy Veloso integrates the new generation of Brazilian authors seduced by the idea of carrying out a subjective and committed record to one of the most important aspects of Brazilian culture and, by extension, Latin American, which refers to the popular religious practices. This led him to be recognized at home and abroad, with a solid work, revealing large and aesthetic values – Fotomundo Magazine, Argentina, 2008.

“The photo maker seems to be part of the situation, without put a foreign look upon it. Colors, contrasts, and diffused pixels enhance the imaginary characteristic of the Candomblé (African-brazilian religion)” – O Globo Newspaper, July, 23rd, 2012.

“(Veloso) shows Camdomblé in an organic representation, instable and full of moving, like the one who sees it from inside” – Eder Chiodetto, curator, O Globo Newspaper. July, 23rd, 2012.

Guy Veloso entered into the private universe of Penitents, like he was considered one of them, without necessarily commune of religious practices in the rituals. (…) Guy had access to secret information that the group have never allowed to other photographers – “The Penitent”, Tyara de La-Rocque, Journalist (text).

If, in the beginning we detect a classic documentary maker spinning around his own object, as the years pass by with accumulated knowledge and intimacy, Guy’s photography has stopped representing the rituals and started presenting them – Eder Chiodetto, curator, Ipsis Collection of Brazilian Photography, book, 2017.

“Guy Veloso’s photography has a straight relationship to the performance. Even closely engaged in their ritual, there is something performative in these shrouded men and women, a desire to formally express their belief. Veloso’s trance of faith metaphor takes the activity of looking as a representation of the movements of the world, accentuating that the photographer can also prove to be a performer from the moment his artistic act penetrates the intimacy of believers and joins, literally and symbolically, to them in one pageant, resulting in images full of meanings and representations” –  Cinthya Marques, bachelor of visual arts and researcher.

“Guy Veloso’s work takes the light as the main line. From vibrant and saturated color, his photographs resist surrendering to the full enjoyment of the chromatic game, making his coppery color palette proves through a dense shade. Shuch darkness, which lends a night aura even for images captured under the midday sun, would cover up its entire chrome, not for the light sources and the shields reflecting and titing its colors. It is that important, therefore, that these screens are, in most cases, bodies engaged in rites of belief that are themselves acts of searching for some sort of enlightenment. In the exhibition “We must confront the vague images with clear gestures”, a triptych and a diptych of Veloso will be present in which gestures of various rituals are mixed, since sacred cults like Candomblé and Umbanda to the prosaic carnival and ballet”, Paulo Miyada, curator.

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Foto Guy Veloso. Umbanda, Belém-PA, 2015. Digital.

Guy Veloso remained in this quest for over a decade until his work break the classical pattern of documentaries to dive in a renewed aesthetic, in which he puts us in touch with a new range of dimensions. The images thus become organic. It is like we were not seeing photos anymore ‘about’ something but the thing itself. It is sometimes necessary to experiment, expand the language, breaking with the manuals, so that the realism erupt with greater forcefulness” – Eder Chiodetto, the text for the exhibition “Generation 00” , Belenzinho SESC , Sao Paulo -SP , 2011.

Posted by: guyveloso | 13 de November de 2020

Encomendação das Almas

© Guy Veloso . English below.

Algumas organizações admitem crianças, via de regra filhos de membros. Ana Clara da Silva Oliveira, então com sete anos, mira a câmera durante peregrinação da irmandade comandada por sua bisavó, Sra. Rosa Maria de Jesus. Após o falecimento em 2013 de Dona Rosa o grupo se desfez. Ana Clara, 23 anos, estudante universitária, hoje sai na irmandade “Detrás da Banca” de Dona Jesulene Ribeiro. Juazeiro-Bahia, 2003. Diaposivo. Interessante registrar a existência até 2011 na mesma cidade de uma ordem infantil de penitentes flagelantes. Composta apenas por meninos (crianças e adolescentes), comandada então por Roberto Rodrigues de Matos, 47 anos, pedreiro, saíam secretamente a partir do bairro Malhada da Areia.

Some organizations accept children, usually the children of members. Ana Clara da Silva Oliveira, seven years old at the time, looks at the camera during a pilgrimage of the brotherhood led by her great-grandmother, Rosa Maria de Jesus. After Rosas’s passing away, in 2013, the group came undone. Ana Clara, now 23 years old and a college student, has joined the “Detrás da Banca” brotherhood of Dona Jesulene Rodrigues Ribeiro. Juazeiro – BA, 2003. Reversal film. It’s interesing to note that in 2011, in this same town, existed a children’s order of flagellant penitents. Made up of boys (children and teenagers) and led by Roberto Rodrigues de Matos, a 47 year-old bricklayer, the order’s procession left the Malhada da Areia neighborhood in secret. 

Posted by: guyveloso | 6 de November de 2020

“Penitentes” finalista prêmio Jabuti

“Penitentes – dos ritos de sangue à fascinação do fim do mundo” é finalista em duas categorias (melhor livro de Arte e melhor capa) do prêmio Jabuti 2020.

Curadoria: Rosely Nakagawa. Editora: Tempo dImagem. Coordenação editorial: Isabel Santana Terron. Gráfica Ipsis. Tratamento imagens: Ricardo Tilkian. Desenho gráfico: Beatriz Matuck e Isabel Santana Terron. Capa: mortalha da ordem de Penitentes de Caririaçú-CE (doada ao autor por Antonio Cruz e Souza) reproduzida em cianotipia por Luiza Malzoni.

Resultado da Bolsa Rumos Itaú Cultural.

Link do projeto.

Textos: Veloso, Nakagawa e Guilherme Ghisone da Silva. 

Produção: Fatinha Silva.

Edição de vídeos: Luciana Magno. Assistente de produção: Oswaldo Lobato. Arquivista: Joyce Nabiça. Versão para o inglês: Julia Debasse. Revisão de texto: Arminda Jardim.

Auxiliaram generosamente na pesquisa de forma fundamental:

Bahia: Maria Izabel Muniz (Bebela), Jesulene Ribeiro (Nenenzinha).

Ceará: Cícera Silva, Benedita Ferreira Magalhes (Benivalda), Lena Silva, Maria Celene Sá de Queiroz.

Minas Gerais: Consuelo Abreu.

Paraná: Ana Correa.

Sergipe: Antonio Alves do Amaral, Maria Aurelina dos Santos.

Denver-EUA:  Maruca Salazar, Antonio Esquibel, José Raul Esquibel.

Também contribuíram na pesquisa:

Ceará: Antonio Sergio Macedo Pereira; Charles Taveira,  Damiana Graciano, Jefferson Luiz Gonçalves de Lima (Bob),  Maria Edcláudia de Souza Ribeiro, Silvandete Leal Popy.

Bahia: Antonila da França Cardoso, Niva Lima da Silva.

Minas Gerais: Deolinda Alice dos Santos, Ulisses Passarelli

Pará: Benedita Lobato Paulino (prof. Bené), Maria de Fátima Guerreiro Prestes

Goiás: Lucilene Rosa dos Santos,

Denver-EUA:  Rick Virgil

México: Rufino Salinas, Juan Crisóstomo Estrada 

Portugal: Vilma Reis e José Marques

Suporte técnico das câmeras: Celso Ebehardt

Técnico de laboratório: Albany Ozires Lobo

Estagiária em São Paulo-SP (2011): Helena Mendes

Estagiária Belém-PA (2013-14): Debb Cabral

Barqueiro em Xique-Xique-Bahia (2019): Reginaldo Neri de Souza

Agradecimentos:

Adilson Andrade, Adriana Pinheiro Leal, Adrianna Abarca, Afonso Medeiros, Alberto Carvalho, Alex Braga, Allan Ferreira, Angela Magalhães, Antonio Aparecido de Lima, Amélia Oliveira, Ana Tereza (Tetê) Rodrigues, Anaê Veronezi, Andréia Oliveira Sancho Cambuy, Andrea Benchimol, André Cypriano, Antonia Bispo de Souza, Antonia M. Queiroz, Antonio Alisson, Antonio de Lima, Antonio Carlos Rios, Assis Pedreiro, Associação Fotoativa, Augusto Pereira dos Santos, Benigno Joaquim dos Santos, Bia Souza, Bianca Vicente, Boris Kossoy, Bruna Souza, Bruno Alves, Caio Alves, Calil Neto, Carlos Alberto Matos de Lima (Albertinho), Carlos Manoel dos Santos Silva, Carina Bordalo, Carolina Marossi, Carmelo Cook, Cecília BFF Leite, Cecília Tilkian, Celso Oliveira, Cindy Doria, Cleonte Leite dos Santos, Dani Diniz, Daniel Gonçalves dos Santos, Dene Augusto Rocha Silva, Deniston Diamantino, Deusdeth Antunes, Dione Santos Assunção, Dorinha dos Benditos, Edenilson Alves dos Santos; Edilza Dantas Gama, Edivaldo Alves Pereiras, Edivânia Câmara, Eder Chiodetto, Edson Neves, Edpaulo Silva, Edvando Alves, Érica Ricardo, Erivelta Diniz, Eulina Perera Duque, Evandro de Jesus Bispo, Evanildo Calazans, Flávya Mutran, Flávio dos Reis Araújo, Francisco Everton dos Santos, Fernando Rabelo, Francisco Rabelo (Ticosa), Genildo Florêncio de Oliveira, Gilson Máximo de Oliveira, Glauce Andrade, GRERTACUF da Sociedade Renasceriana de Itapecerica MG, Helder Souza, Helder Souza, Icaro Rayan dos Santos, Ielves Cristina dos Santos, Ismanoela Alves Dantas, Israel Dias Bezerra, Jaqueline de Belém do São Francisco, Januário Souza Vieira, Jésus de Santo Antonio da Alegria, João de Jesus de Paes Loureiro, João Machado, Jonathan Correia Damasceno, Jose Aparecido, José Cícero, José Geraldo Oliveira, José Gonçalves Filho, José Jorge Pereira, José Malan dos Santos Filho, José Manuel dos Santos (Zé Borges), José Peregrino, José Ricardo dos Santos Neto (Mestre Deca), Juliano Ferreira, Junior Coutinho, Jusimar de Oliveira, Karina Martins, Laurindo Alver Filho, Leonil Jr, Ligia Afonso, Lilian Vogel, Livia Uchoa, Liziane Paixão, Lorival Ferreira da Costa, Luana Maranha, Luciana Magno, Lucilene dos Santos Rosa, Luisa Chequer, Luiz Domingos Luna, Manuela de Lorenzo, Marco Antonio Portela, Marcos Oliveira, Marcos Zacariades, Marcia Mello, Maria de Fátima Guerreiro Prestes, Maria Gorete Amorim, Maria Matias dos Santos (Zizi), Maria Neuza de Barros, Marinalva Barbosa dos Santos, Mariza Mokarzel, Marli Barboza da Silva, Matheus Ribeiro, Messias dos Santos, Michel Pinho, Miriam Amaral, Moisés Levy dos Santos, Moisés Levy dos Santos, Nadja Peregrino, Neucilene Francisca Ribeiro, Nicole Plascak, Nilton Caros dos Santos (China), Norma Conceição Costa Tavares, Orlando Maneschy, Patricia Gouvea, Paula Geórgia Fernandes, Paula Giordano do Couto, Paula Sampaio, Paulo Lopes, Paulo Miyada, Paulo Santos, Paulo Herkenhoff, Pedro Santarém Maturano, Priscila Evangelista de Souza, Raimundo Oliveira, Raquel B. dos Santos, Roberta Maiorana, Roberto Pitela, Ronald Ruffeil, Ronaldo Entler, Pe Rosivaldo Wanderley, Rubens Fernades Jr., Sayonara Vianna, Samir Dams, Sebastião Leopoldo Cunha, Silvia Ribeiro, Sofia Fan, Tarciana Carla Gama, Tete Rogrigues, Terciana Lustosa, Thyago Noguera, Tiago Santana, Tyara De La-Rocque, Valdemar Benedito de Souza (Diniz), Vânia Leal, Verônica Consuelo, Vilma Orlanda Reis, Vitoria Luisa Paiva, Vitória Ribeiro, Walter Firmo, Wanderson Brandão Gonçalves, Willian Santos Silva.

Posted by: guyveloso | 28 de October de 2020

Autoflagelação cerimonial / Self-flagellation ritual

English below

© Guy Veloso. Procissão por aldeias na Quinta-feira Santa onde é pedido o “jejum”, comida para ser consumida coletivamente no sábado de Aleluia, além de sabão para a lavagem dos mantos ensanguentados. Ex-penitentes – chamados “saqueiros” – assessoram os adeptos recolhendo donativos de casa em casa. Alguns membros já se autoimolaram no dia anterior e seguem com as anáguas, véus e capas inteiramente cobertas de sangue. Trata-se da primeira vez que este grupo estritamente masculino é documentado em suas práticas. Povoado Lagoa, distrito do Salitre, zona rural de Juazeiro-BA, 2014. Digital.

Procession through villages during the Maundy Thursday, when they ask for the “fast” – the food that will be shared by all on Holy Saturday – and soap that will be used to wash the bloodied cloaks. Former penitents – called “saqueiros” [“baggers”] – aid the followers who are collecting donations. Some members have already begun the penitence the day before and continue to wear their bloody petticoats, veils and cloaks throughout the procession. Here we have the first record of this practice by this all-male group. Lagoa settlement, district of Salitre, rural area of Juazeiro – BA, 2014. Digital.

http://www.guyveloso.com

Posted by: guyveloso | 28 de September de 2020

Investindo em fotografias numeradas

Esta imagem possuí um atributo alt vazio; O nome do arquivo é guy-veloso-finearts-vendas.jpg

Laboratorista: Rosangela Andrade (Imágicas). Foto: João Freddi.

Colecionar arte além de ser prazeroso, é um investimento; agrega tanto valor simbólico ao comprador, quanto de revenda.

O investidor deve levar em conta o currículo do artista, verificar resenhas na mídia especializada e a opinião de curadores (veja as críticas trabalho de Veloso).

As fotografias de Guy Veloso são numeradas, isto é, durante a vida do fotógrafo, há uma quantidade máxima de imagens (geralmente 5 mais 2 provas) que ele poderá fazer cópias e assinar.

Adiciona ainda mais valor se a foto foi exibida em alguma Bienal ou outras exposições importantes, se está incluída em livros, além de presente em acervo de instituições nacionais ou estrangeiras.

Para mais informações e orçamentos: equipeguyveloso@gmail.com

Posted by: guyveloso | 22 de September de 2020

Círio de Nazaré

Círio de Nazaré, Belém-Pará (Amazônia), Brasil / Cirio procession, Belem (Amazon), Brazil. © Guy Veloso

http://www.guyveloso.com

Posted by: guyveloso | 17 de September de 2020

Círio de Nazaré

Círio de Nazaré, Belém-PA ©Guy Veloso

Engl below

O Círio de Nossa Senhora de Nazaré ocorre todos os anos em Belém-PA no segundo domingo de outubro desde 1793. Trata-se da maior procissão do mundo: 2,1 milhões de pessoas nas ruas em um trajeto de quase 4 quilômetros sob o sol amazônico.

O ponto mais esperado (e dramático) da procissão é uma grossa corda de navio de 500 metros (que efetivamente puxa o andor com a imagem sagrada da santa), cujo espaço é disputado palmo a palmo por mais de 15 mil promesseiros.

Círio de Nazaré takes place every year in Belém since 1793. It is the largest procession in the world gathering 2.1 million people. A string of 800-meter is tied to the litter which takes the image of Nossa Senhora de Nazaré by 3.5 km. 15 000 people get really close to get a place and hold the rope, which is a proof of sacrifice and faith in even more intense heat of the Amazon.

Posted by: guyveloso | 7 de September de 2020

Entrevista com Jesulene Ribeiro (Nenezinha), Juazeiro-BA, 2017. 46min.

Entrevista com Jesulene Ribeiro (Nenezinha), líder do grupo de Penitentes “Atrás da Banca”, Juazeiro-BA, 2017. 46min. Por © Guy Veloso link

Posted by: guyveloso | 15 de August de 2020

A majestade do samba

Gres Portela

Portela, 2016. Foto Guy Veloso.

http://www.guyveloso.com

Posted by: guyveloso | 3 de August de 2020

Entrevista para o MAM-SP

MAM-Museu de Arte Moderna de São Paulo apresenta “Live no Ateliê”. Curador Eder Chiodetto entrevista o fotógrafo Guy Veloso em seu ateliê em Belém-PA. 60min. 13.06.2010.

 

Posted by: guyveloso | 30 de July de 2020

Comunidade religiosa Vale do Amanhecer

Comunidade religiosa Vale do Amanhecer, Planaltina-DF / Vale do Amanhecer religious community, Planaltina-DF (Brazil). © Guy Veloso

Comunidade religiosa Vale do Amanhecer, Planaltina-DF / Vale do

http://www.guyveloso.com

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